Do outro lado do Atlântico, o pranto de falsas viúvas, inspiravam as bases do fado e da saudade. E em igrejas, preces era dadas a Deus sem esperarem um sim prometido.
O Fado, um xaile nas costas, uma música que brasileiro não dança. Portugal fazia história, não na História, mas sim nas histórias dos corações de um povo que tinha crescido emocionalmente, culturalmente e demograficamente ao acrescentar todo um povo irmão que, talvez nem sempre da melhor maneira, ajudavá-lo a crescer e desenvolver como uma potência mundial, coisa que o Brasil é agora.
E é agora, ao som de Deolinda que eu me recordo de vidas passadas, não Minhas, mas Nossas.
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