Primeiro foi o toque dos nossos indicadores, e cruzamos os dedos, dando as mãos. Aproximei-me, e deitas-te a tua cabeça no meu peito. Podias ouvir como ele acelerado e não conseguia parar.
Olhas-te para mim. Sorris-te. E quando ias para falar, eu coloquei meu dedo na tua boca, e tocando no teu cabelo, que exalava aromas citrinos, e beijei-te.
Primeiro um leve tocar de lábios, depois envolvi a minha boca na tua, e a minha língua procurou a tua levemente. Diminui-mos de intensidade e um pequeno beijos nos separou.
Estava em euforia, por te amar.
Estava em euforia, por saber que tu também me amavas.
Agora, depois do casamento, filhos, netos, ponho rosas na tua campa, ansiando por uma velhice terminal para voltar para perto de ti, e ser feliz eternamente.
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